Entre o bom e o fascinante

11.9.13

Na semana passada fiz uma segunda revisão à minha biblioteca e decidi colocar alguns livros à venda. Desta vez todos os livros que tenho são importantes ou interessantes, porém questionei-me:

"Tenho vontade de os voltar a ler? Não!"
"Li-os ou peguei neles desde o ano passado? Não!"

Não restavam dúvidas. Por muito carinho ou emoção que os livros me tivessem proporcionado anteriormente, estava decidida a dar-lhes alguma utilidade.

Após colocar os anúncios no OLX, nem foi preciso esperar uma semana para surgirem compradores. O primeiro livro a ser vendido foi "Pais Brilhantes, Professores Fascinantes" de Augusto Cury. Fiz questão de guardar os pontos significantes:


Sete hábitos dos bons pais e dos pais brilhantes:
Os bons pais dão presentes, os pais brilhantes dão o próprio ser
Os bons pais alimentam o corpo, os pais brilhantes alimentam a personalidade
Os bons pais corrigem os erros, os pais brilhantes ensinam a pensar
Os bons pais preparam os filhos para os aplausos, os pais brilhantes preparam os filhos para os fracassos
Os bons pais conversam, os pais brilhantes dialogam como amigos
Os bons pais dão informação, os pais brilhantes contam histórias
Os bons pais dão oportunidades, os pais brilhantes nunca desistem


Sete hábitos dos bons professores e dos professores fascinantes:
Os bons professores são eloquentes, os professores fascinantes conhecem o funcionamento da mente
Os bons professores possuem metodologia, os professores fascinantes possuem sensibilidade
Os bons professores educam a inteligência lógica, os professores fascinantes educam a emoção
Os bons professores usam a memória como depósito de informação, os professores fascinantes usam-na como suporte da arte de pensar
Os bons professores são mestres temporários, os professores fascinantes são mestres inesquecíveis
Os bons professores corrigem comportamentos, os professores fascinantes resolvem conflitos na sala de aula
Os bons professores educam para uma profissão, os professores fascinantes educam para a vida


Os sete pecados capitais dos educadores:
Corrigir publicamente
Expressar a autoridade com agressividade
Ser excessivamente crítico: bloquear a infância da criança
Punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações
Ser impaciente e desistir de educar
Não cumprir a palavra dada
Destruir a esperança e os sonhos


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